ITARC
Instituto de Tecnologia Aeronáutica Remotamente Controlada
- Estrutura própria de voo e instrutores certificados
- Forte em conformidade ANAC e preparo RBAC-100
Analisamos 20 escolas de pilotagem de drones de todo o país por 7 critérios objetivos — da conformidade com a ANAC à prática de voo — e só as 5 melhores entraram no ranking.
Ranking por critérios objetivos — conformidade ANAC, qualidade do ensino, prática de voo, especialização e mais. Cada nota reflete a avaliação ponderada de 7 critérios.
Instituto de Tecnologia Aeronáutica Remotamente Controlada
Tecnologia e treinamento em drones para o agro

Referência em mapeamento e aerofotogrametria

Soluções e capacitação com drones

Formação e tecnologia em drones
Partimos de 20 escolas de todo o país e cada uma recebeu uma nota de 0 a 10 em 7 critérios. A nota geral é a média ponderada — conformidade e prática pesam mais, porque são o que mais protege e capacita o piloto. Apenas as 5 melhores entraram no ranking.
ANAC / SARPAS / RBAC-100 e credenciais.
Ementa, currículo e qualificação dos instrutores.
Horas de voo reais e drones disponíveis para treino.
Agro, mapeamento, segurança, BVLOS.
Suporte pós-curso, networking e colocação.
Prova social e avaliações de alunos.
Relação entre preço e entrega.
O essencial para escolher seu curso e entender a regulação de drones no Brasil.
Avalie a conformidade com a ANAC, a qualidade do ensino e dos instrutores, a carga horária prática (horas de voo reais), a especialização na sua área (agro, mapeamento, segurança), o suporte pós-curso e o custo-benefício. É exatamente a metodologia que usamos neste ranking.
Depende do uso. Em geral é necessário cadastrar o equipamento (SISANT) e solicitar autorização de voo (SARPAS, via DECEA), além de seguir as regras da ANAC. Operações mais complexas exigem requisitos adicionais — por isso conformidade regulatória é um dos critérios do ranking.
A RBAC-E nº 94/RBAC-100 é a norma que regula o uso de drones (aeronaves remotamente pilotadas) no Brasil. BVLOS (Beyond Visual Line of Sight) é o voo além da linha de visada, que exige autorizações e treinamento específicos — tema cada vez mais relevante no agro e em inspeções.
O EAD costuma ser mais acessível e flexível para a parte teórica; o presencial garante horas de voo práticas e contato com equipamentos. Boa parte das escolas no topo do ranking combina os dois formatos.
Varia bastante conforme carga horária, especialização e prática de voo — de cursos introdutórios em EAD a formações profissionais completas. Por isso avaliamos custo-benefício, e não apenas o preço.
Analisamos cada escola por 7 critérios objetivos, com pesos definidos (conformidade e prática pesam mais), e calculamos uma nota geral ponderada. O ranking é independente e revisado periodicamente.
Análises do setor, regulação e novidades sobre os melhores cursos — direto no seu e-mail.
Conteúdo sobre agro, segurança, regulação (ANAC/BVLOS) e carreiras no setor.