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RBAC 100 em vigor: o que muda para pilotos e operadores BVLOS

RBAC-100: o que muda para pilotos e operações BVLOS no Brasil

O rbac-100 entrou em vigor e, desde então, representa uma das maiores mudanças regulatórias do setor de drones no país. Dessa maneira, o novo regulamento altera regras para pilotos, operadores BVLOS, fabricantes e empresas que atuam com operações avançadas.

Além disso, o regulamento substitui o antigo RBAC-E 94 e, ao mesmo tempo, introduz um modelo mais técnico e alinhado a padrões internacionais, como o SORA. Portanto, o impacto se torna direto em toda a cadeia do mercado de drones.

RBAC-100

 

Entenda o novo regulamento da ANAC

O regulamento estabelece critérios para projeto, operação, fabricação e manutenção de drones civis no Brasil.

Além disso, o novo modelo organiza o setor em categorias operacionais e amplia o controle técnico sobre operações mais complexas.

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Categorias operacionais previstas

O regulamento define três categorias principais. Dessa maneira, cada operação passa a ser classificada conforme o nível de risco envolvido.

Categoria Aberta

A Categoria Aberta possui regras simplificadas para operações consideradas de baixo risco. Portanto, ela atende operações recreativas e atividades mais básicas.

Categoria Específica

Por outro lado, a Categoria Específica abrange operações BVLOS e atividades que exigem análise de risco operacional utilizando metodologia SORA.

Categoria Certificada

Já a Categoria Certificada é voltada para operações complexas e cenários com maior nível de risco. Nesse contexto, as exigências técnicas são ainda maiores.

 

Impactos para operações BVLOS

As operações BVLOS passam a ter exigências técnicas mais avançadas. Com isso, operadores precisarão investir mais em conformidade regulatória e capacitação.

Impactos para operações BVLOS

Entre as principais mudanças:

  • Autorizações antigas permanecem válidas até o vencimento
  • Renovações exigem documentação mais robusta
  • Avaliações de risco ganham maior importância
  • Procedimentos operacionais ficam mais rigorosos

Além disso, a tendência é que o mercado se torne mais profissional e competitivo ao longo dos próximos anos.

Novas exigências para pilotos

Pilotos também passam a enfrentar mudanças importantes. Dessa forma, a atuação profissional exigirá maior preparo técnico e operacional.

Entre elas:

  • Exames teóricos obrigatórios em determinadas categorias
  • Licenciamento formal para operações específicas
  • Maior exigência documental
  • Necessidade de treinamento operacional contínuo

Portanto, pilotos que buscarem qualificação terão vantagem competitiva no setor.

Impactos para fabricantes

Fabricantes e integradores também são afetados pelas novas regras. Além disso, o setor tende a passar por uma consolidação tecnológica.

Agora passam a ser exigidos:

  • Certificação de conformidade
  • Compatibilidade com Remote ID
  • Manual técnico completo
  • Rastreamento de software
  • Controle técnico mais rigoroso

Consequentemente, fabricantes precisarão investir em segurança, rastreabilidade e padronização técnica.

Conclusão

O novo regulamento representa uma mudança estrutural para o mercado de drones no Brasil. Além de elevar o nível de segurança operacional, ele acelera a profissionalização do setor e cria novas oportunidades para empresas e pilotos preparados.

Por fim, quem investir em capacitação, tecnologia e adequação regulatória estará mais preparado para crescer no novo cenário das operações com drones no país.